quarta-feira, 20 de abril de 2011

por detrás dos devaneios


Desejei para ti
uma felicidade que nao é minha.
E tanto, triste,
esperei um adeus
que não ouvi.

E hoje, não seguro mais
uma alegria que escapa pelos dedos.
Esperimento, não a virtude de um futuro que não importa,
Mas sim, um presente que suporta
toda a intensidade do que vivi
e vivo.

                                                                                            Aline M. Gonçalves

4 comentários:

  1. Muito bom mesmo. Parabéns. Métrica sem alinho, mas com uma posição intrínseca dentro da metodologia poética, que transporta os sentidos para dentro da pureza da palavra e da autora.

    ResponderExcluir
  2. Nesse eu rompi todas as barreiras da métrica. É interessante ressaltar que não estão organizados cronologicamente, sendo esse o primeiro. O primogênito que encorajou todos os outros.

    ResponderExcluir
  3. sempre escrevendo coisas bonitas!! continue assim amigona!!

    ResponderExcluir