Dentre outras coisas pretendo, por aqui, mostrar a todos interessados um pouco das coisas que passam pela minha cabeça geminiana todos os dias, com atenção especial para algumas palavras arranjadas em versos que não ouso chamar de poemas...
quarta-feira, 20 de abril de 2011
por detrás dos devaneios
Desejei para ti
uma felicidade que nao é minha.
E tanto, triste,
esperei um adeus
que não ouvi.
E hoje, não seguro mais
uma alegria que escapa pelos dedos.
Esperimento, não a virtude de um futuro que não importa,
Mas sim, um presente que suporta
toda a intensidade do que vivi
e vivo.
Aline M. Gonçalves
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Muito bom mesmo. Parabéns. Métrica sem alinho, mas com uma posição intrínseca dentro da metodologia poética, que transporta os sentidos para dentro da pureza da palavra e da autora.
ResponderExcluirNesse eu rompi todas as barreiras da métrica. É interessante ressaltar que não estão organizados cronologicamente, sendo esse o primeiro. O primogênito que encorajou todos os outros.
ResponderExcluirlindoo!
ResponderExcluirsempre escrevendo coisas bonitas!! continue assim amigona!!
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